segunda-feira, 25 de maio de 2015

Os cientistas proeminentes assinam declaração que os animais têm consciência, assim como nós.





Um grupo internacional de cientistas proeminentes assinou a Declaração de Cambridge da Consciência em que estão proclamando seu apoio à ideia de que os animais são conscientes na medida em que os seres humanos são - uma lista de animais que inclui todos os mamíferos, pássaros, e até mesmo o polvo.

A declaração fez as seguintes observações:

"O campo da pesquisa da consciência está evoluindo rapidamente. Novas técnicas e estratégias de pesquisa em animais humanos e não-humanos abundantes foram desenvolvidos. Consequentemente, mais dados estão disponíveis, e isto exige uma reavaliação periódica de preconceitos anteriormente deste domínio. 

Estudos de animais não-humanos têm demonstrado que os circuitos cerebrais homólogo correlacionadas com a experiência consciente e a percepção pode ser seletivamente facilitado e interrompido para avaliar se eles são de fato necessários para essas experiências. Além disso, nos seres humanos, novas técnicas não invasivas estão disponíveis para examinar os correlatos da consciência. Os substratos neurais das emoções não parecem limitar-se a estruturas corticais. Na verdade, as redes neurais subcorticais despertadas durante estados afetivos em humanos também são extremamente importantes para a geração de comportamentos emocionais nos animais. 

Excitação artificial das mesmas regiões cerebrais gera comportamento correspondente e estados emocionais em seres humanos e animais não humanos. Em qualquer parte do cérebro evoca comportamentos emocionais instintivas em animais não-humanos, muitos dos comportamentos que se seguiram são consistentes com os estados sentimento experimentado, incluindo os estados internos que são recompensar e punir. A estimulação cerebral profunda desses sistemas em seres humanos também pode gerar estados afetivos semelhantes. 

Sistemas associados com o afeto se concentram em regiões subcorticais onde homologias neurais abundam. Animais humanos e não humanos jovens sem neocórtices mantém estas funções cérebro-mente. Além disso, os circuitos neurais que suportam estados comportamentais / eletrofisiológica da atenção, sono e tomada de decisão parecem ter surgido na evolução tão cedo quanto a radiação invertebrado, sendo evidente em insetos e moluscos cefalópodes (por exemplo, o polvo). Aves parecem oferecer, em seu comportamento, neurofisiologia e da neuroanatomia um caso notável de evolução paralela da consciência. 

Os níveis de humanos como de consciência tem sido observado de forma mais dramática em papagaios cinzentos africanos. Redes emocionais de mamíferos e aves e microcircuitries cognitivas parecem ser muito mais homólogo do que se pensava anteriormente. Além disso, certas espécies de aves que tenham sido encontrados para exibir padrões de sono neurais semelhantes aos dos mamíferos, incluindo o sono REM e, conforme foi demonstrado no mandarins, padrões neurofisiológicos, que se pensava necessita neocórtex dos mamíferos. 

Magpies em articular foram mostrados para apresentar semelhanças com os seres humanos, grandes macacos, golfinhos e elefantes em estudos de espelho de auto-reconhecimento. Nos seres humanos, o efeito de certos alucinógenos parece estar associada a uma interrupção no processamento de feedforward e feedback cortical. As intervenções farmacológicas em animais não humanos, com compostos que afectam o comportamento consciente em humanos pode conduzir a perturbações semelhantes no comportamento em animais não-humanos. 

Nos seres humanos, há evidências que sugerem a sensibilização se correlaciona com a atividade cortical, o que não exclui possíveis contribuições pelo processamento cortical ou subcortical cedo, como na consciência visual. A prova de que os sentimentos emocionais animais humanos e não humanos surgem de redes cerebrais subcorticais homólogo fornecem evidências convincentes para qual as afetivas primordiais evolutivamente compartilhados.

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Silicone masculino: próteses garantem uma nova musculatura





Engana-se quem pensa que só as mulheres podem se beneficiar do silicone. Cada vez mais os homens estão assumindo a sua vaidade e apostando em próteses para definir o peitoral ou panturrilhas. Para o público masculino, há próteses para tórax, glúteos, panturrilhas, coxas, bíceps e tríceps. Segundo os números levantados pelo Ibope (Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística), somente em 2009 quase dois mil homens do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Paraná colocaram próteses de silicone para ficar com o corpo desenhado.

“A busca pelo corpo perfeito sem demandar muito exercício físico é o que motiva homens de todas as idades a optar pelo implante de silicone”, garante o cirurgião plástico Fábio Malzone (CRM-63974). As próteses mais procuradas por eles são a de tórax, que dá mais volume aos músculos peitorais e, nos braços, as de bíceps.

“Nos bíceps, tríceps, na panturrilha e nos glúteos, o material usado nas próteses é o mesmo para os dois sexos, e o que muda é volume e forma. Já no peitoral os dois implantes são fabricados com dois tipos diferentes de gel, devido às características anatômicas do homem e da mulher”, afirma o cirurgião plástico. A cirurgia Antes de iniciar a cirurgia o paciente permanece em observação por algumas horas, por causa da anestesia geral que é utilizada no procedimento cirúrgico. “O implante de silicone no tórax pode ser um pouco complexa devido a anestesia geral e a incisão feita na axila para inserir o silicone abaixo do músculo peitoral, deixando-o para frente”, explica Malzone. É recomendada a prótese de 300 mililitros para dar um aspecto de naturalidade e volume no peito. No pós-operatório é importante suspender os exercícios físicos por 45 dias para evitar que o silicone saia do lugar e deixe o corpo deformado. Dá pra perceber que é silicone?

A boa notícia é que o silicone consegue passar despercebido, segundo o especialista. “Como as próteses masculinas são inseridas embaixo dos músculos, elas se tornam imperceptíveis, inclusive se o implante for no peitoral”, ressalta. Vale lembrar que a cirurgia plástica de implante de silicone só pode ser feita em homens acima de 18 anos, pois é a partir dessa idade que a parte hormonal masculina já está equilibrada, as estruturas ósteo-musculares e a pele já estão desenvolvidas, apresentando baixos riscos para o paciente. 

Fonte - Cirurgião Plástico Fábio Malzone (CRM – 63974)  

terça-feira, 19 de maio de 2015

Cirurgia plástica reparadora ou estética: descubra a diferença





A busca pelo corpo perfeito colocou o Brasil na segunda posição em número de cirurgias plásticas estéticas no mundo em 2011, segundo dados da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (Isaps) junto a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBPC). 

Mas não é só a cirurgia estética que vem ganhando espaço. Cerca de 40% de homens e mulheres que se submetem à cirurgia plástica sofreram queimaduras, acidentes, infecções ou tumores e optaram pela cirurgia reparadora para recuperar a autoestima e corrigir deformidades. Segundo o cirurgião plástico Fábio Malzone (CRM-63974), em geral as cirurgias tem a finalidade de reparar a função, mas podem ser realizadas para melhorar o aspecto físico. “A indicação de quando fazer ou não uma cirurgia plástica é muito subjetiva, pois ela pode ter caráter tanto reparador quanto estético. Além disso, cada caso é único e deverá se analisado com uma discussão e acordo entre médico e paciente. Somente assim é possível ter êxito na cirurgia”, explica.

O cirurgião plástico deve sempre dizer a verdade para suas pacientes. Ele tem a função de orientar e esclarecer desde a primeira consulta, saber impor limites e deixar claro que não existe milagre. “O médico deve avaliar se a cirurgia plástica trará ou não um resultado positivo, mas para isso a paciente deve se submeter a um estudo que dê a ideia de como será o resultado final. Esse estudo demonstra que, muitas vezes, o que a paciente está procurando pode não ser alcançado”, afirma o cirurgião plástico. Além disso, é importante a paciente ter a consciência de que a cirurgia plástica não é um tratamento de beleza, mas sim um procedimento cirúrgico, com todos os riscos que uma cirurgia acarreta, sendo imprescindível que a paciente esteja bem preparada, com todos os exames pré-operatórios em dia (exame de sangue, eletrocardiograma, urina, etc). 

Estética X Reparadora: Qual é a diferença? O desejo de melhorar o aspecto e a autoestima é a principal razão que leva as pessoas a se submeterem a uma cirurgia plástica estética ou reparadora. “A reparadora tem o objetivo de corrigir deformidades, sejam eles congênitos (de nascença) ou adquiridos, como em um acidente. Por ter esse caráter, esses são os únicos procedimentos plásticos cirúrgicos gratuitos previstos por lei, pois são tão necessárias quanto outras cirurgias médicas. Já a cirurgia plástica estética é aquela realizada pelo paciente com o intuito de melhoras à sua aparência, não sendo uma intervenção necessária e nem por motivos de saúde”, revela o Dr. Fábio Malzone.

Dependendo da doença e do problema é possível unir esses dois procedimentos: o estético e o reparador. “A lipoaspiração, por exemplo, pode ser utilizada nos dois casos. Existem algumas doenças que apresentam acúmulo de gordura em determinadas partes do corpo, como a síndrome adiposa genital. Nesses casos, há a necessidade das duas cirurgias”, comenta o médico.

Outro procedimento que também faz a junção dessas cirurgias é a prótese de silicone. “A mamoplastia pode ser feita para auxiliar diversos tratamentos, como a reconstrução mamária após uma mastectomia (retirada de mama devido ao câncer que atinge a região)”, destaca Malzone.
Para você não ficar na dúvida, veja quais são os tipos de cirurgias plásticas estéticas e reparadoras:
Estéticas:

  • Mamoplastia Redutora;
  • Mamoplastia de Aumento (Prótese de Silicone);
  • Abdominoplastia;
  • Lipoaspiração/Vibrolipoaspiração;
  • Rinoplastia (Cirurgia de Nariz);
  • Lifting de Braços;
  • Blefaroplastia (Cirurgia nas Pálpebras);
  • Lifting de Coxa;
  • Cirurgia Intima;
  • Minilifintg;
  • Ginecomastia (Mama Masculina);
  • Mentoplastia (Cirurgia do queixo);
  • Lipoenxertia glútea (Silicone no glúteo);
  • Implante de silicone na Panturrilha.
Reparadoras e Reconstrutivas:

  • Cirurgia de mão, nos casos de traumas, lacerações e amputações;
  • Reconstruções de regiões afetadas pelo câncer, como as reconstruções de mamas e de face, nas situações do câncer de pele;
  • Tratamento da paralisia facial;
  • Reconstruções de orelha em casos de acidentes;
  • Cirurgia crânio-maxilo-facial, que incluem as síndromes congênitas e as fissuras faciais e lábio-palatinas (conhecido como lábio leporino);
  • Reconstruções pós-traumas diversos Tratamento de pacientes vítimas de queimaduras (tratamento agudo e de sequelas da queimadura).
Fonte - Cirurgião Plástico Fábio Malzone (CRM 63974)



segunda-feira, 18 de maio de 2015

Lipoaspiração pode reduzir risco de doenças cardíacas




  
Se livrar das gordurinhas não é só uma questão de estética, mas também de saúde. A lipoaspiração é a segunda cirurgia plástica mais procurada no Brasil segundo os dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP). Apesar de o procedimento ser invasivo, muitas mulheres ficam com receio de se submeter à cirurgia. Entretanto, um estudo da Sociedade Americana de Cirurgiões Plásticos obteve um resultado que pode servir de incentivo para as mulheres que estão na dúvida. O estudo concluiu que a lipoaspiração pode levar a uma redução no nível dos triglicérides e na contagem de células brancas do sangue. Visto que níveis elevados de triglicérides são associados a uma maior possibilidade de doença cardíaca.
De acordo com o cirurgião plástico Fábio Malzone (CRM -63974), a lipoaspiração pode ter um efeito benéfico no organismo humano diminuindo o risco de doenças cardíacas. “Buscar novas e melhores formas de tratar os níveis de colesterol é fundamental na batalha contra a doença cardiovascular e a lipoaspiração pode ser uma saída. A gordura que se instala em torno de nossos órgãos podem levar a doenças cardíacas e com a lipoaspiração essa gordura pode ser retirada por meios das cânulas”, explica.
Embora a lipoaspiração possa ajudá-lo a olhar melhor a superfície, no fundo, ele não melhorar sua saúde cardíaca. “Quando a circunferência supera 80 centímetros é sinal de que o coração pode estar ameaçado pela presença de colesterol, hipertensão e triglicérides em excesso. Esses vilões podem continuar disfarçados na gordura localizada e prejudicando o sistema cardiovascular”, afirma o cirurgião plástico.
Além dos pneuzinhos e o excesso de gordura, ainda existe a “gordura invisível”, ela é denominada de gordura visceral e pode estar presente em volta do fígado, rim, coração e pulmão. “Quem tem gordura invisível normalmente tem a gordura aparente, que não é corrigida com a lipoaspiração. É com os exames e avaliações específicas que a gordura invisível pode ser detectada”, diz Malzone.
Mas para que a lipoaspiração seja benéfica para a saúde não é preciso só se submeter à cirurgia, é preciso adotar um estilo de vida saudável. “A lipoaspiração devolve a autoestima do paciente, incentiva o autocuidado e dessa forma o paciente acaba adotando uma vida saudável associada à dieta e exercícios físicos. Lembrando que a técnica não faz milagres. Para que o resultado seja satisfatório é preciso cuidar da saúde”, acrescenta o Dr. Fábio.
Vai fazer lipo? Atenção aos cuidados extras
A lipoaspiração é um procedimento cirúrgico e deve ser levado a sério. É indispensável fazer todos os exames laboratoriais para saber se o paciente está apto a se submeter a uma cirurgia e seguir todas as recomendações médicas no pré-operatório.
A duração da cirurgia irá depender diretamente da parte do corpo que será operada e também do estado de saúde do paciente, além dos resultados laboratoriais que foram verificados na preparação para a cirurgia. “As cânulas são pequenos tubos, que variam de 2 a 4 cm de calibre e de 15 a 30 cm de comprimento, dependendo das regiões do corpo onde serão usadas. As cânulas são conectadas a uma borracha estéril que é ligada ao aspirador a vácuo. Através de pequenos orifícios, de 1 a 3mm, feitos em locais pré-planejados da pele, se introduz a cânula, fazendo sua extremidade chegar até o meio do tecido gorduroso ou adiposo. O aspirador suga as células adiposas e, assim, se retira controladamente o excesso de gordura”, ressalta o cirurgião plástico.
Quando é indicado fazer uma lipoaspiração?
A lipoaspiração é um procedimento cirúrgico indicado para quem tem um acúmulo de gordura localizada que a paciente não consegue eliminar através da combinação de dieta e exercícios físicos. Lembrando que não é todo paciente que pode se submeter a lipoaspiração. “Se o paciente não apresenta condições clínicas adequadas como hipertensão, alergia severa ou arritmia, a cirurgia é desaconselhada”, conclui o cirurgião plástico Fábio Malzone.

Fonte - Cirurgião Plástico Fábio Malzone CRM: 63974


sexta-feira, 15 de maio de 2015

Cirurgia bariátrica devolve autoestima e qualidade de vida aos pacientes


Chega um momento em que a dieta e os exercícios físicos não dão mais um resultado satisfatório, levando muitas pessoas a optar por fazer a cirurgia bariátrica, que consiste na redução de estômago. Mas o que muitas pessoas ainda não sabem é que essa cirurgia tem um risco elevado e os médicos recomendam apenas para casos mais extremos, ou seja, não é qualquer um que pode passar por uma cirurgia de redução de estômago.
Segundo o cirurgião plástico Fábio Malzone (CRM- 63974), a cirurgia é indicada nos casos em que a pessoa apresenta um valor de IMC (Índice Massa Corporal) entre 35 e 40 e doenças como diabete, hipertensão ou apneia. “Quando o IMC atinge valores superiores a 40 kg/m² e as atividades físicas não causam efeito, é necessária uma intervenção médica como a cirurgia bariátrica”, explica.

Antes de optar pela cirurgia, o médico recomenda que o paciente tente primeiro perder peso com a mudança de hábitos alimentares e exercícios físicos por, pelo menos, dois anos. Caso não consiga, ele deve ir ao médico para avaliar se tem os requisitos para fazer a cirurgia. “Além de perder peso, a cirurgia também pode evitar o agravamento de doenças como hipertensão, diabetes e disfunções respiratórias”, afirma o cirurgião plástico.

Fábio ainda complementa que a cirurgia não tem fins estéticos e visa devolver a qualidade de vida ao paciente. “A bariátrica só deve ser feita quando o paciente não consegue perder peso sozinho e corre risco de morte devido à obesidade”, revela.
Existe mais de um tipo de cirurgia bariátrica?
O procedimento cirúrgico está dividido em dois tipos. No primeiro, existem três variações denominadas de banda vertical, gastroplastia vertical, gastroplastia  vertical com by-pass em y de Roux. E o segundo é a cirurgia disabsortiva, chamada de cirurgia de Scopinaro. “A escolha da técnica a ser usada é do médico e não do paciente. Somente o especialista pode decidir qual procedimento é indicado para cada caso. Por exemplo, um paciente que precisa perder muito peso deve ser submetido ao tipo de cirurgia bariátrica mais invasivo, pois ele resulta em uma perda maior da porcentagem de peso”, disse.
Pacientes que apresentam cirrose hepática, doenças renais e psiquiátricas graves, vícios (droga ou alcoolismo) e disfunções hormonais são contraindicados para realização da cirurgia de redução de estômago.

Reeducação alimentar e atividade física
Os pacientes que passam por uma cirurgia bariátrica necessitam de uma orientação nutricional para mudar seus hábitos alimentares e seguir uma dieta rica em proteínas, vitamina B12 e ferro. “Após a cirurgia, o paciente tende a perder de 8 a 10 quilos nos primeiros meses, chegando a 25 a 50 quilos de redução em alguns casos. Existe ainda o uso de balão gástrico em que há menos riscos, mas é somente para redução de 10 a 25 quilos e deve ser escolhido para casos menores ou quando se tem que reduzir um peso excessivo para depois se indicar a cirurgia bariátrica definitiva, pode ocorrer aproximadamente de 10 a 15% desses pacientes, depois de alguns anos, recupera todo o peso perdido na cirurgia, retornando ao peso inicial. Para evitar que isso aconteça é preciso manter cuidados especiais com a alimentação depois da cirurgia”, alerta Malzone.
O paciente deve não só cuidar da alimentação como também fazer atividade física. “A prática regular de atividade física é importantíssima no processo de eliminação de peso depois da cirurgia, assim como no processo de manutenção de peso”, ressalta o cirurgião plástico.

Lembrando que o acompanhamento de nutricionistas, psicólogos e médicos deve permanecer em longo prazo, sendo essencial para garantir que os resultados sejam alcançados e mantidos por toda a vida.

Fonte- Cirurgião Plástico Fábio Malzone (CRM: 63974)

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Brasil está em segundo lugar no ranking mundial de cirurgias plásticas


O Brasil ocupa o segundo lugar no ranking mundial de cirurgias plásticas – só perde para os EUA. Segundo pesquisa do Ibope encomendada pela coordenação do XI Simpósio Internacional de Cirurgia Plástica, no ano de 2009 foram realizadas no Brasil 645.464 cirurgias plásticas, sendo 443.145 cirurgias estéticas (69%) e 202.319 cirurgias reparadoras (31%). Ou seja, 1768 cirurgias por dia.

Dentre as intervenções, 526.247 (82%) são realizadas em pessoas do sexo feminino. Sendo que os procedimentos mais requisitados pelas mulheres são: cirurgia de mama (19% / 98.699), lipoaspiração associada à outras cirurgias (17% / 86.925) e abdômen (16% / 84.478). Em seguida vem a lipoaspiração isolada (12% / 64.001), pálpebras (10% / 53.923), plástica de face em geral (9% / 49.794), nariz (8%/ 43.108), orelhas (5% / 25.189), pescoço (3% / 15.945) e implante capilar (1% / 41.84).Sendo assim, as cirurgias de mama e lipoaspiração continuam liderando o ranking das plásticas mais realizadas.
Já no que diz respeito ao universo masculino, a pesquisa constatou que em 2009 foram 119.217 cirurgias, ou seja, os homens correspondem a uma fatia de 18% dos procedimentos cirúrgicos. As cirurgias mais realizadas são: pálpebras (16% / 119.217), lipoaspiração isolada (13% / 15.458), face em geral (13% / 15.027), nariz (13% / 15.778) e orelha (11% / 12.622).  Seguido das anteriores estão lipoaspiração associada a outros procedimentos cirúrgicos (9% / 11.149), abdômen (8% / 9.689), implante capilar (7% / 8.730), peitoral – silicone no tórax (6% / 7.062) e pescoço em geral (4% / 4.587).
Do número total de implantes de silicone 99% são utilizados em das pessoas do sexo feminino e 1% do sexo masculino. Das 156.918 mulheres que colocaram próteses, 91% (143.253) foram nas mamas, 5% (7.771) nos glúteos, 2% (3.420) no queixo e 1% (2.238) nas panturrilhas. Em homens, a maioria das 1.793 próteses de silicone foram implantadas no peitoral (46% / 820), no queixo (21% / 375), nos glúteos (18% / 320), nas panturrilhas (8% / 139), nos bíceps (5% / 97) e tríceps (2% / 42).

As cirurgias de mamas, em sua maior parte, são de cunho estético, atingindo a marca de 91%, já as reparadoras correspondem a 9%. “A média desses implantes é de 275 mililitros, sendo o de 300 mililitros o mais utilizado (20%)”, afirma o cirurgião plástico Ewaldo Bolivar de Souza Pinto, que, ao lado do cirurgião plástico Carlos Oscar Uebel, coordenou o XI Simpósio Internacional de Cirurgia Plástica, que aconteceu em março de 2010, em São Paulo.

Se nos anos 80 a maioria das cirurgias ainda eram reparadoras, a vontade de aumentar as mamas já existia e a prótese mais utilizada era a de 100 ml a no máximo 150 ml de silicone. Já no decorrer da década de 90 a procura pela prótese teve um crescimento significativo e a quantidade de silicone implantado passou a ser de 180 ml a 210 ml. Agora, nos anos 2000, a década começou com próteses de 235 ml e, nos últimos dois anos, as mais procuradas foram de 300 ml.

– Hoje, o tamanho da prótese aumentou proporcionalmente a vontade de colocá-la –, comenta Bolivar, que é presidente da Comissão de Ciência e Segurança da Cirurgia Plástica da SBCP (Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica).

A maioria dos procedimentos cirúrgicos é de caráter privado, executados em hospitais particulares ou clínicas (88%), enquanto apenas 12% em hospitais públicos, via SUS.  A região do Brasil que mais se submete à cirurgia plástica estética é a Sudeste (64%). Em seguida vem a Sul (16%), o Nordeste (10%), o Centro-Oeste (8%) e o Norte (10%).

quarta-feira, 13 de maio de 2015

10 dicas que ajudam na recuperação pós-cirurgia plástica



Silicone nos seios, lipoaspiração, rinoplastia, abdominoplastia... Técnica é o que não falta para te ajudar a dar um “up” no visual. Mas, como toda cirurgia plástica, elas exigem cuidados, principalmente no pós-operatório, para evitar que apareçam cicatrizes ou que o resultado seja comprometido. Se você não seguir a orientação médica, todo o seu esforço para ter aquela barriga chapada ou seios turbinados podem se transformar em seios caídos ou uma barriga flácida cheia de dobrinhas.
O pós-operatório começa a partir do momento em que você sai do hospital e vai para sua casa. Essa fase, dependendo da cirurgia, pode durar cerca de seis meses até o resultado final. Ou seja, seis meses sem exagerar na bebida alcoólica, frituras, guloseimas, tomar sol, entre outros hábitos que devem ser evitados após a cirurgia.
Ficou na dúvida sobre o que pode e o que não pode no pós-operatório? Então, preste atenção e siga essas dicas:
1- Não fume
Se você é fumante vai precisar se controlar e largar o cigarro durante todo o procedimento da cirurgia plástica, que inclui pré e pós-operatório. Caso desobedeça às ordens médicas, saiba que o cigarro no pós-operatório pode acarretar em má cicatrização e necrose das extremidades da pele deslocada durante a cirurgia.
2-Feche a boca antes da cirurgia
Quem pretende fazer uma lipoaspiração para conquistar um corpo em forma, o ideal é perder peso antes da cirurgia. Seguir com uma reeducação alimentar associada ao exercício físico antes de realizar o procedimento pode contribuir para um resultado mais satisfatório no final da cirurgia.
3-Cuidado com os medicamentos
Durante a consulta com o seu cirurgião, não esconda os medicamentos que você toma diariamente, independente se for para depressão ou para emagrecer. Alguns medicamentos devem ser suspensos antes e depois da cirurgia.
4-Uso do sutiã para quem colocou silicone
Quem fez silicone deve optar por usar um sutiã liso apropriado para pós-operatório nos primeiros 60 dias. Esse modelo ajuda a deixar os seios menos sensíveis no pós-operatório.
5- Após a lipoaspiração
Duas atitudes que são muito importantes para que o resultado da lipoaspiração seja satisfatório é evitar ficar sentada por muito tempo e não usar calcinha com laterais muito finas, para evitar a formação de dobras como sulcos na região operada.
6-Inchaço após a cirurgia
No pós-operatório a paciente pode sofrer com o inchaço. Após a cirurgia é recomendado realizar sessões de drenagem linfática que ajuda a pele a retornar ao seu estado normal.
7-Primeiros dias após o lifting facial
Evite mexer a musculatura da face e também não consuma alimentos sólidos que exijam muita mastigação para que a área operada não seja forçada e comprometa o resultado.
8-Redução de mamas
Nas cirurgias com incisões use géis apropriados a cicatrização e placas de silicone para compressão das cicatrizes. Nos primeiros 90 dias da cirurgia, faça massagens com medicações prescritas pelo medico caso haja tendência de queloides ou cicatrizes hipertróficas.
9-Dormir com travesseiro alto em algumas cirurgias
Para aliviar a dor e o desconforto após a rinoplastia, os médicos recomendam que a paciente durma com um travesseiro alto nos primeiros dias de pós-operatório. Se a dor continuar, não deixe de consultar o seu médico. E após a abdominoplastia durma com apoios nas costas e nas coxas pelo menos nos primeiros 10 dias.
10- Para prolongar os resultados da plástica
Siga todas as orientações médicas e evite frequentar a praia ou piscina durante 90 dias. A exposição ao sol pode prejudicar o resultado da cirurgia, além de trazer consequências graves que, na maioria das vezes, são irreversíveis.

Fonte - Cirurgião Plástico Fábio Malzone CRM: 63974