segunda-feira, 20 de julho de 2015

5 cuidados contra erros no preenchimento facial

Acabar com as marcas da idade tem um preço que pode custar muito caro se você não tomar os devidos cuidados na hora de fazer um preenchimento facial ou o botox. As aplicações normalmente duram cerca de trinta minutos e os resultados podem ser percebidos já na primeira aplicação: apagam as rugas e sulcos, dão mais firmeza para as maçãs do rosto e devolvem o volume dos lábios. Mas para garantir que esses resultados durem é necessário ter um cuidado redobrado para evitar o inchaço, inflamações e até a perda da expressão facial.

Segundo o cirurgião plástico Fábio Malzone (CRM-63974), o preenchimento facial é indicado para remodelar formas e contornos do rosto e dos lábios e oferecer volume para regiões alteradas com o processo de envelhecimento. “É um tratamento exclusivamente médico e consiste na colocação de implantes intradérmicos por meio de microagulhas. Essas substâncias preenchem o espaço vazio, além de estimular a produção de colágeno. Acabam sendo reabsorvidos no espaço de até um ano no caso do ácido hialurônico”, explica.

O procedimento é realizado por um médico em consultório. Inicialmente aplica-se uma pomada anestésica no local ou faz-se um bloqueio anestésico intradérmico injetável para que seja feita a aplicação das agulhas na camada dérmica. “A substância mais utilizada para os preenchimentos é o ácido hialurônico sintético, que é muito similar ao ácido hialurônico presente no corpo humano, o responsável pela hidratação da pele”, revela Malzone.

Vale ressaltar que como todo procedimento médico, cada tratamento tem sua indicação adequada e, quando necessário, deve ser combinado com outras técnicas. “A aplicação de preenchimento é indicada somente para o tratamento das rugas estáticas, ou seja, aquelas rugas visíveis no repouso. Também está indicado para aumento de volume e contorno facial”, alerta o cirurgião plástico.

Jogo dos 5 erros

O cirurgião plástico Fábio Malzone alerta para os principais erros cometidos por quem faz preenchimento:

1. Nada de excessos
Alguns pacientes se empolgam tanto com o resultado do preenchimento que acabam exagerando nas aplicações, o que pode implicar na perda do contorno dos lábios ou então que eles permaneçam inchados demais. “O médico deve orientar a paciente no número de aplicações a ser feito para evitar esses tipos de erros que o preenchimento em excesso pode causar”, diz Fábio.

2. Pequenas doses
O ideal é fazer pequenas doses e fracionar as sessões para que o preenchimento tenha um resultado esperado. “Fazendo o procedimento aos poucos, fica mais fácil notar e controlar os excessos. Com o fim do inchaço é possível perceber quais são os pontos que precisam de uma dose extra,”, aponta o médico.

3. Atenção na hora de escolher o produto
A diferença do ácido hialurônico para os preenchedores de PMMA (polimetilmetacrilato) está na duração. O hialurônico tem duração de aproximadamente de seis a 18 meses, já o PMMA faz parte da lista dos preenchedores definitivos e também não são absorvidos.  Consulte seu médico antes de optar por qualquer preenchedor. No caso do PMMA ele pode até ser removido por meio de cirurgia plástica, mas nunca será removido por completo.

4. Cuide dos hematomas
A aplicação pode causar alguns hematomas, pois as agulhas podem machucar algum vaso sanguíneo. Para evitar esse problema e acelerar a recuperação, Fábio recomenda colocar gelo na região do hematoma. “O gelo pode ajudar na reabsorção do hematoma, ou converse com seu médico para que ele recomende uma pomada”, aconselha.

5. Não abuse
Quem faz o preenchimento pode retornar às suas atividades normais, inclusive trabalhar logo após a aplicação. Mas para que o resultado seja positivo, é preciso tomar alguns cuidados:

-Evitar exercícios e atividades vigorosas no dia da aplicação

-Caso haja hematoma, deve-se evitar o sol

-Use filtro solar regularmente


Fonte - Cirurgião Plástico Fábio Malzone (CRM – 63974).

sexta-feira, 17 de julho de 2015

Cirurgia plástica na adolescência: Quando fazer?





















Com 18 anos eles já sabem o que querem e não desistem fácil quando colocam algo na cabeça, principalmente quando não estão satisfeitos com o seu corpo. Mesmo ainda sendo um tabu para muitos pais, os adolescentes na faixa etária de 15 a 18 anos estão trocando a famosa festa de 15 anos por cirurgias plásticas.
 Dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) revelam que o número de cirurgia entre adolescentes aumentou de 37.740 em 2008 para 91.100, em 2012, deixando o Brasil no segundo lugares entre os países que mais realizam cirurgia plástica no mundo, perdendo somente para os Estados Unidos. Nos meninos, as mais procuradas são as orelhas de abano e ginecomastia. Já entre as adolescentes mulheres são a lipoaspiração e a prótese de mama.

 Existe idade certa?
Tudo depende do diagnóstico e da necessidade de cada paciente. Alguns procedimentos reparadores, como a otoplastia, que corrige as orelhas de abano, e a rinoplastia, do nariz, podem ser realizados assim que a região estiver formada (semelhante à fase adulta). Já nos casos das estéticas, como lipoaspiração e prótese de mama, é preciso pensar muito bem antes de se submeter à cirurgia, principalmente se o adolescente estiver na fase dos 14 e 15 anos. Nessa fase, o corpo está em transformação e, provavelmente, algumas regiões ainda sofrerão alterações, sendo importante não tomar decisões precipitadas.
A ansiedade em ficar com o corpo bonito pode levar o adolescente a cometer exageros e acabar fazendo cirurgias no impulso. Dependendo do caso, o problema pode ser corrigido sem a intervenção de uma cirurgia. Se você estiver na dúvida se faz cirurgia plástica ou não, converse com seus pais, com amigas que já passaram pela cirurgia e com o seu cirurgião para que seja feito um diagnóstico e verificar se há uma necessidade real de optar pela cirurgia ou não.

Dizer sim à cirurgia plástica requer cuidados!

Se você resolveu fazer cirurgia plástica, então confira as dicas para que ela seja um sucesso:
 1- Procure um cirurgião plástico de sua confiança e que tenha o nome do profissional no cadastro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, o que pode ser feito por meio do site da entidade (www.cirurgiaplastica.org.br)

2- O período pré-operatório é muito importante, por isso não deixe de fazer exames e tirar todas as suas dúvidas em relação ao procedimento

3- Obedeça a todas as orientações dadas por seu cirurgião no período de recuperação para que você consiga garantir resultados satisfatórios

4- Só faça uso das medicações prescritas pelo seu médico

5- No dia da cirurgia, o paciente deve se programar para chegar com antecedência ao hospital e levar roupas largas e confortáveis para vestir quando tiver alta

Fonte - Cirurgião Plástico Fábio Malzone (CRM – 63974).

quarta-feira, 15 de julho de 2015

Cirurgia bariátrica: os cuidados para não voltar a engordar




Quem se submete à cirurgia bariátrica já tentou perder peso por meio de uma reeducação alimentar e exercícios físicos, mas nada adiantou. Nesses casos o paciente tem a opção de recorrer à cirurgia bariátrica. Nos últimos cinco anos, o número de cirurgias de redução de estômago aumentou quase 90% no Brasil, o motivo é porque a perda de peso é bastante rápida e gradual, aproximadamente depois um ano. Depois desse período há uma estabilização do peso e alguns pacientes podem ganhar 10% desse peso perdido, o que é considerado normal. Mas quem não se cuidar após a cirurgia bariátrica pode ganhar quilos extras.

“Se o paciente mantiver alguns antigos hábitos depois da cirurgia, as chances de ganhar peso só aumentam. Beliscar alimentos gordurosos durante o dia, aumento no consumo de bebidas alcoólicas, continuar consumindo alimentos calóricos, como doces, sorvetes, chocolates ou frituras, e não fazer atividade física só eleva esse risco”, explica o cirurgião plástico Fábio Malzone (CRM 63974).

 Esse tipo de cirurgia deve ser feito por quem está com o Índice de Massa Corporal acima de 40 ou acima de 35, com problemas associados - diabetes, hipertensão e colesterol, por exemplo. Fábio diz que a operação demora em média 2 horas e o paciente fica cerca de 2 a 3 dias no hospital. “Dependendo do caso do paciente, o cirurgião pode fazer a cirurgia convencional, que faz um corte de 15 a 20 centímetros no abdômen e demora de 45 a 60 dias de recuperação; ou a vídeolaparoscopia, que faz um corte de 0,5 a 1 centímetro e demora de 15 a 20 dias para se recuperar”, destaca.

 O abandono do acompanhamento pós-cirurgia também está na lista dos fatores que só contribuem para o aumento do peso. “O acompanhamento dos médicos, psicólogos e nutricionistas deve permanece em longo prazo e não só no pós-operatório imediato para que os resultados da cirurgia sejam mantidos por toda a vida”, afirma Malzone.

Mudança radical
Da mesma forma que as pessoas que conseguem eliminar o peso apenas com dieta, os pacientes submetidos a cirurgias bariátricas também devem adotar hábitos saudáveis, principalmente relacionados à alimentação. “Adotar uma reeducação alimentar é fundamental para garantir que os resultados da cirurgia sejam positivos, além de contribuir para uma vida saudável longe de doenças”, sugere o cirurgião plástico.
 O paciente precisa mudar definitivamente duas regras básicas: a quantidade de alimentos que será ingerida e a velocidade da ingestão alimentar.  Além disso, o consumo de bebidas alcoólicas e gasosas precisa ser controlado, assim como a ingestão de doces e petiscos.

 É possível comer bem, mas não excessivamente e de uma única vez. “É preciso orientar o paciente para que ele não tenha ‘medo’ de comer. Cabe ao médico verificar a necessidade eventual de suplementação nutricional, que deve ser feita para evitar deficiências causadas pela adaptação ao novo padrão alimentar e para prevenir quadros clínicos como náuseas, queda de cabelos e fraqueza generalizada”, ressalta o cirurgião.
 Optar pela bariátrica não é uma decisão adotada apenas para repaginar o visual, mas também para tratar doenças relacionadas à obesidade. Além disso, é uma forma de recuperar a autoestima e uma vida saudável. Portanto, siga todas as recomendações do seu médico e perca peso com saúde.


Fonte- Cirurgião Plástico Fábio Malzone (CRM - 63974).

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Cirurgia nos seios: mamoplastia, mastopexia ou lifiting de mama?





















Os seios são uma parte delicada do corpo feminino e por isso eles exigem muita atenção. Algumas mulheres enfrentam sérios problemas na região, principalmente quando entram em lojas a procura de sutiã e ficam chateadas por não acharem o seu número ideal, ou às vezes precisam mandar confeccionar as peças, pelo fato de seus seios serem maiores que os padrões. Ou então, ficam frustradas com a queda dos seios causada pelo envelhecimento ou pós-gestação. Além disso, dores físicas, constrangimentos sociais e autoestima baixa são problemas decorrentes de seios excessivamente grandes.

Para o alívio de muitas, esses problemas nos seios podem ser resolvidos com a cirurgia plástica. Basta se informar e escolher a técnica ideal para melhorar os aspectos e formas dos seios. De acordo com o cirurgião plástico Fábio Malzone (CRM-63974), algumas mulheres confundem a finalidade de cada técnica que envolve os seios. “Hoje a medicina disponibiliza três procedimentos que tratam os seios: mamoplastia, mastopexia e lifting de mama. Há pacientes que ainda ficam com dúvida sobre para que serve cada procedimento e como é o processo de cicatrização e o resultado”, explica.

As três técnicas são cirurgias plásticas que aumentam ou reduzem os seios. Malzone define cada uma delas. “A mamoplastia redutora significa que a redução de mamas tem a finalidade de aliviar os desconfortos provocados pelo tamanho excessivo dos seios. Já a mastopexia e o lifiting mamário correspondem à correção de flacidez dos seios sem aumentar ou retirar o volume”, afirma.

Essas cirurgias plásticas são recomendadas para ajustar os seios e devolver o equilíbrio ao corpo da mulher, melhorando a sua autoestima e autoconfiança.

Como é feito o procedimento cirúrgico? 
A cirurgia de mamoplastia de redução tem três formas de ser realizada em relação ao tamanho dos seios. As cirurgias em formas de “L” ou “I” são para mamas menores proporcionando uma redução e levantamento menor. Já a mamoplastia em formado de “T invertido” é a técnica mais utilizada, pois proporciona o levantamento e a redução das mamas excessivamente grandes. Já na mastopexia e no lifting mamário também é feita a técnica no “T” invertido, onde a pele flácida é removida sem alterar o tecido mamário.

Cicatrizes nos seios
Se você está preocupada com as cicatrizes depois da cirurgia, pode ficar tranquila. Malzone revela que as cicatrizes são disfarçadas com uso de biquínis, tops ou blusas. “No caso da mamoplastia, a cicatriz dependerá do tipo de mama e quantidade de tecido a ser retirado. Ou seja, a cicatriz pode ser em "T". "L", "I" ou periareolar”, disse o cirurgião plástico.

O processo de cicatrização varia de paciente para paciente e exige acompanhamento do cirurgião no período pós-operatório.

Recomendações extras no pós-operatório
O pós-operatório é a garantia de que a cirurgia foi um sucesso. Por isso, muito cuidado nessa fase. Veja as recomendações do cirurgião plástico Dr. Fábio Malzone para que os resultados sejam positivos:

-O uso de sutiã específico é indispensável nos dois primeiros meses para oferecer sustentação e acomodação dos tecidos

-Não faça movimentos bruscos ou esforços com os braços

-Evite o sol, pois ele age tanto nas equimoses (manchas roxas) quanto nas cicatrizes recentes, podendo pigmentar a pele e deixar uma marca permanente;

-Os curativos precisam ser utilizados por um período de 30 a 60 dias

-Mantenha uma alimentação saudável

- Os resultados permanentes e definitivos da cirurgia surgem do 8 º ao 18 º mês após a cirurgia


Fonte - Cirurgião Plástico Fábio Malzone (CRM - 63974).

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Cirurgia para correção das orelhas de abano deve ser feita na idade pré-escolar



Ter orelhinhas de “Dumbo” não é nada charmoso, especialmente em crianças que podem sofrer preconceitos e piadas na escola. As orelhas de abano são um problema, principalmente na infância e na adolescência. Mas essa deformação na orelha pode ser resolvida com a Otoplastia, cirurgia que corrige imperfeições da cartilagem das orelhas, diminuindo o aspecto de abano e proporcionando aparência mais natural à estética facial.

Segundo o cirurgião plástico Fábio Malzone (CRM 63974), a cirurgia é indicada logo na infância, na fase escolar que é quando a criança é mais atingida pela gozação dos coleguinhas. “Nessa idade a criança já tem uma noção sobre as características das suas orelhas. Os pais devem conversar e explicar o motivo da cirurgia para que a criança esteja ciente sobre a importância que a Otoplastia pode ter em sua vida”, explica.

A orelha em abano é uma deformidade que pode afetar não só a estética como o psicológico. “O adolescente que convive com esse problema frequentemente esconde suas orelhas através do cabelo ou do uso de acessórios, como boné ou chapéu, e fazem de tudo para disfarçá-las. Além disso, o paciente evita se olhar no espelho por não se aceitar, o que contribui para a baixa autoestima”, afirma Malzone.

A orelha cresce aproximadamente até os seis anos de idade e a partir dessa faixa etária já é possível fazer a otoplastia.

Como é feita a cirurgia?
As incisões são feitas na parte posterior da concha para que a cicatriz fique escondida. A manipulação da cartilagem da orelha também é feita por trás, cortando e depois dando pontos de uma forma que não será percebido externamente. “Como se trata de uma região onde a pele é muito fica, a cicatriz fica praticamente invisível”, disse o cirurgião plástico.

Geralmente, em crianças o procedimento consiste de uma anestesia geral e para o adulto, anestesia local. O ato cirúrgico tende a durar por 90 minutos, caso não ocorra nenhuma complicação.

Como a orelha fica depois da Otoplastia?
No pós-operatório pode ser que ocorra um inchaço e equimose (roxidão) moderados na orelha durante os primeiros 21 dias. “A criança pode reclamar um pouco da sensação de latejamento, que é muito comum, principalmente em dias quentes. Mas com o tempo a dor tende a sumir”, ressalta Malzone.
Em torno 15° dia são retirados os pontos e o paciente deve seguir algumas recomendações para garantir o sucesso da operação.

“É importante que os pais mantenham uma atenção redobrada no pós-operatório. A criança deve evitar nesse período dormir de lado pelo menos nos primeiros 45 dias e tomar cuidado com qualquer posição que provoque uma pressão na orelha. É recomendado, inclusive, usar uma faixa como bandana”, aconselha Fábio.

Há risco da “orelha de abano” voltar depois da cirurgia?
Se todos os cuidados forem mantidos no pós-operatório, o resultado será definitivo. “A cicatriz leva dois meses para cicatrizar e nesse período é importante ter cuidado redobrado para que a orelha não sofra nenhuma alteração ou trauma, o que pode fazer com que se perca o efeito da cirurgia”, alerta Malzone.


Fonte - Cirurgião Plástico Fábio Malzone (CRM – 63974).

sexta-feira, 3 de julho de 2015

Descubra se a amamentação interfere na mamoplastia



Toda mãe deseja que o seu filho nasça e cresça com saúde. E para que o bebê tenha um desenvolvimento saudável é importante que ele se alimente pelo leite materno até completar dois anos de idade, segundo o Ministério da Saúde (OMS). Além de ser a melhor e a mais completa alimentação para o bebê, a amamentação também constrói um elo de amor e confiança entre a mãe e o seu filho.

Apesar de a amamentação ser um dos momentos mais importantes para a mãe, ela também gera algumas preocupações com os seios. A pele das mamas sofre um estiramento devido ao aumento do volume mamário que ocorre nos últimos meses da gestação e no pós-parto. Mas quando as fibras elásticas, que são responsáveis pela elasticidade da pele, se rompem nesse período, ela tende a sofrer com estrias nos seios. E os problemas não param por aí. Pode haver flacidez ou, no caso de quem tem seios pequenos, um aumento de volume devido à lactação. No entanto, quando essa fase acaba os seios tendem a diminuir, o que pode acabar abalando a autoestima da mãe.

Nesses casos muitas mulheres optam pela Mamoplastia, que consiste na colocação de uma prótese de silicone nos seios. Segundo o cirurgião plástico Fábio Malzone (CRM- 63974), a cirurgia é recomendada para mulheres com seios pequenos e para aquelas que, após a amamentação, tiveram uma grande redução de volume mamário, sem que houvesse ptose de mama (queda). “A maior preocupação das mulheres que desejam fazer mamoplastia é com a amamentação. Mas elas podem ficar tranquilas, pois a prótese de silicone é colocada abaixo da glândula mamária ou atrás do músculo peitoral e não há, portanto, influência direta na produção de leite”, explica.

A boa notícia é que os seios turbinados com silicone podem permitir uma amamentação tão saudável quanto os naturais. “Não optando pelos procedimentos do tipo periareolar ou transveolar, em que o preenchimento é feito pelas aréolas dos seios, todos os métodos de implante atuais são seguros para as futuras mamães”, afirma o cirurgião plástico.

A sucção do bebê também não será interrompida ou dificultada pela prótese de silicone. E vale ressaltar que a qualidade do leite também não fica comprometida. “O silicone não interfere na qualidade ou quantidade do leite materno. A quantidade sempre está vinculada ao estímulo do bebê e não ao silicone”, diz Fábio.

Se a mãe deseja colocar silicone após o nascimento do filho, o ideal é esperar até o término da amamentação. “Caso a mãe se sinta confortável com o tamanho dos seios na gestação, ela pode procurar um cirurgião plástico para que ele escolha uma prótese de silicone se baseando no tamanho dos seios da mãe na amamentação”, sugere o médico.

E se a prótese romper durante a amamentação?
Algumas mulheres ficam com receio de fazer a mamoplastia e engravidar logo em seguida. Mas as futuras mamães podem ficar despreocupadas, principalmente em relação se ao risco da prótese romper no período da amamentação. “Caso aconteça do material se romper, o que não é muito comum, nas próteses seguras e de boa qualidade o gel é envolvido por uma membrana e, portanto não vai se misturar com o corpo ou o leite”, esclarece o cirurgião plástico.

Se você deseja turbinar os seios e ainda ser mãe, não há problema nenhum em optar pela mamoplastia, desde que o procedimento seja feito com segurança, sem exageros e sempre com um médico de confiança.


Fonte - Cirurgião Plástico Fábio Malzone (CRM – 63974).

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Saiba como escolher o tipo de prótese de silicone ideal para o seu corpo






















Qual é a mulher que nunca se pegou imaginando qual tamanho de seios seria ideal para o seu corpo? O ideal seriam seios grandes como os da atriz Scarlett Johansson ou pequenos como os da modelo Kate Moss? O único capaz de esclarecer essa dúvida é o cirurgião plástico, que vai fazer uma avaliação para indicar qual o tipo e o tamanho de prótese que podem combinar com o seu corpo.

A cirurgia de prótese de silicone é uma das queridinhas das mulheres. Aproximadamente 640 mil procedimentos são realizados no Brasil, segundo dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Mas para que a sua cirurgia seja um sucesso, antes é preciso escolher um cirurgião, verificar se ele tem especialização em cirurgia plástica e se está ligado à Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP).

Sob medida
Para que você conquiste os seios dos “sonhos”, é necessário que o cirurgião faça um planejamento baseado nas características da paciente. É preciso levar cinco pontos em consideração para determinar o volume dos seios: quantidade de tecido mamário no polo superior e inferior, diâmetro da base da mama, elasticidade da pele na região, distância do mamilo ao sulco inframamário e bom-senso.

Hoje o mercado disponibiliza diversas próteses com o objetivo de atender o desejo das mulheres que pretendem ter seios mais avantajados ou apenas discretos. Os tipos de próteses mais utilizadas em cirurgias plásticas são:

Baixo
Essas próteses têm uma base mais larga e são indicadas para quem tem um tórax mais largo, além disso, ela preenche a mama sem proporcionar tanta projeção.

Alto
Possuem uma base menor e são mais altas. Usadas para projetar os seios para frente. Esse tipo de prótese deixa o colo mais cheio e o preenchimento perceptível, por isso não ficam bem em mulheres muito magras.

Superalto
Base ainda menor e de maior projeção, quando se deseja preencher bem o colo, e não se projetam para as axilas. Esses casos são indicados para quem deseja ter seios grandes e avantajados.

Anatômico
Têm um formato de gota e são indicadas para mulheres que desejam um formato de mama mais natural, não redondo, e um aumento moderado.
Lembrando que nos caso das mamas flácidas e caídas é preciso que primeiro seja feita uma plástica para levantar os seios.

E o volume?
O volume também deve ser escolhido levando em consideração as características do corpo da mulher como tamanho do tórax, peso, idade e altura. Dependendo da pele da paciente e do volume da prótese implantada, pode ocorrer a formação de estrias. Nesses casos, elas costumam levar entre quatro e seis meses para surgir e podem ser irreversíveis. O ideal é conversar sobre o médico sobre as medidas de prevenção e de tratamento que podem ser tomadas para amenizar esse efeito, além de se preocupar em escolher o tamanho e tipo de próteses indicados para o seu corpo.


Fonte - Cirurgião Plástico Fábio Malzone (CRM: 63974).